sexta-feira, 5 de dezembro de 2014

Promotoria pede devolução de R$ 418 mi por cartel em contratos da CPTM


O Ministério Público de São Paulo ingressou na quinta-feira (4) com ação civil pública contra 11 empresas para restituição de R$ 418 milhões aos cofres públicos por suspeitas de irregularidade em contratos de manutenção preventiva de trens da CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos).
No processo enviado à Vara da Fazenda Pública da capital paulista, a Promotoria do Patrimônio Público avalia que há indícios de formação de cartel na celebração de três contratos, firmados entre 2001 e 2002, para manutenção de trens das séries 2000, 2100 e 3000.
O total da restituição corresponde aos valores nominais dos contratos e aditamentos somados a uma multa por danos morais causados no período. A previsão dos promotores paulistas é de que, com reajuste monetário e juros aplicados, o valor chegue a cerca de R$ 800 milhões. As empresas negam irregularidades.
"Ainda não se sabe por que a CPTM resolveu terceirizar o serviço de manutenção, mesmo tendo um corpo próprio de funcionários. Ela entendeu que era mais vantajoso contratar empresas para fazê-la e, lamentavelmente, o que se operou foi esse cartel no qual se faziam simulacros de concorrência", afirmou o promotor Marcelo Milani, um dos autores da ação civil.
Além da restituição, o Ministério Público de São Paulo solicitou à Vara da Fazenda Pública a anulação dos três contratos e a dissolução de 10 empresas: Alstom, Siemens, CAF Brasil, TTrans, Bombardier, MGE, Mitsui, Temoinsa, Tejofran e MPE
A Promotoria do Patrimônio Público não pediu a dissolução da CAF Espanha, uma vez que ela não pode aplicar a legislação brasileira no país europeu.
"Não se pode aplicar à Caf Espanha a nossa legislação que disciplina a dissolução de uma sociedade. A empresa, no entanto, integra a ação para ressarcir o dinheiro que foi indevidamente ganho", explicou o promotor.
Em entrevista à imprensa, Marcelo Milani foi questionado se a atual direção da CPTM deveria ser afastada por causa dos recentes indícios de irregularidades.
"Tenho a certeza que eles têm de ser afastados, mas não sou o governador", disse.

domingo, 30 de novembro de 2014

Veja gabarito da 1ª fase da Fuvest 2015


Prova teve 90 questões de múltipla escolha.
Lista de aprovados para a segunda fase sairá no dia 22 de dezembro.

CLIQUE NO SEGUINTE LINK:

http://g1.globo.com/educacao/noticia/2014/11/veja-gabarito-da-1-fase-da-fuvest-2015.html  

 

sábado, 15 de novembro de 2014

Corpo de Adib Jatene é enterrado em São Paulo

15/11/2014 | 17h41min

O médico e ex-ministro da Saúde Adib Jatene foi enterrado às 17h30 deste sábado (15) no Cemitério do Araçá, Zona Oeste de São Paulo. Jatene morreu na noite desta sexta-feira (14), aos 85 anos, em São Paulo, de infarto agudo do miocárdio, segundo o Hospital do Coração. O velório foi realizado no anfiteatro do hospital neste sábado (15).
A presidente Dilma Rousseff divulgou neste sábado (15) uma nota de pesar sobre a morte do médico e ex-ministro da Saúde Adib Jatene. No texto, Dilma lembra que Jatene foi "um dos artífices da criação da CPMF", imposto que era revertido para a saúde. "Ele foi um dos mais importantes cardiologistas do Brasil", destacou.
Leia abaixo a íntegra da nota:
"O Brasil perdeu nesta sexta-feira um dos seus filhos queridos. A morte do médico Adib Jatene deixa nossa Nação triste. Ele foi um dos mais importantes cardiologistas do Brasil e um dos artífices da criação da CPMF, que permitiu destinar mais recursos para a saúde pública. Expresso meus sentimentos à viúva, dona Aurice, e aos filhos do casal: Ieda, Marcelo, Fábio e Iara", escreveu a presidente Dilma Rousseff.
Ministério da Saúde
O Ministério da Saúde também divulgou nota neste sábado a respeito da morte de Jatene com o título "Saúde em Luto - Nota de pesar pelo falecimento de Adib Jatene".
Leia abaixo íntegra da nota:

"O Ministério da Saúde recebeu com tristeza o anúncio do falecimento do médico, professor e ex-ministro da Saúde Adib Jatene. A medicina brasileira e a saúde pública do país são gratos por suas contribuições nos mais de 40 anos de profissão. Ele, sem dúvida, traduz a força dos milhares de brasileiros que superam suas dificuldades, em sua convicção de desenvolvimento pessoal e esperança de um mundo melhor.

Desde a sua oficina no fundo de sua casa, esse engenheiro do coração, trouxe importantes inovações para as cirurgias cardíacas. Na prática médica, suas técnicas são reconhecidas internacionalmente. Como ministro da Saúde e militante da saúde pública, deixou sua marca pela inabalável busca pela melhoria da atenção à saúde da população e pelo fortalecimento do Sistema Único de Saúde. Uma história de defesa e ensino de uma medicina voltada essencialmente e fundamentada nas pessoas.

A Saúde, em luto, deve um agradecimento especial a esse grande brasileiro."
Internação
Em 22 de setembro deste ano, Jatene havia sido internado também após sofrer um infarto. Em maio de 2012, o médico já havia sido internado com dores no peito e passado por um cateterismo. No procedimento, ele precisou colocar um stent (prótese metálica para a desobstrução de artérias).

Jatene era diretor-geral do HCor e um dos pioneiros da cirurgia do coração no Brasil. Ele deixa quatro filhos – os também médicos Ieda, Marcelo e Fábio, além da arquiteta Iara – e a mulher Aurice Biscegli Jatene.
Adib Jatente em foto de janeiro de 2011 (Foto: Hélvio Romero/Estadão Conteúdo)Adib Jatene em foto de janeiro de 2011
(Foto: Hélvio Romero/Estadão Conteúdo)
Médico e ministro
Acriano de Xarupi, Jatene era filho de um seringueiro libanês e de uma dona de armarinho. Quando criança, a família se mudou para Uberaba, em Minas Gerais, e, depois, para São Paulo. Na capital paulista, estudou na Universidade de São Paulo (USP), formando-se aos 23 anos pela Faculdade de Medicina. A residência e pós-graduação foram feitas no Hospital das Clínicas da mesma faculdade, sob a orientação do professor Euríclides de Jesus Zerbini (1912-1993), pioneiro dos transplantes de coração no país.

Com mais de 20 mil cirurgias no currículo, se destacou também por ter sido o primeiro a realizar a cirurgia de ponte de safena no Brasil e por ter inventado aparelhos e equipamentos médicos. Em Uberaba (MG), lecionou Anatomia Topográfica da Faculdade de Medicina do Triângulo Mineiro. Neste período, construiu seu primeiro modelo de coração-pulmão artificial. Em São Paulo, trabalhou no Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP e como cirurgião no Instituto Dante Pazzanese de Cardiologia da Secretaria de Estado da Saúde.
Na política, apesar de não ter se filiado a partidos, atuou como secretário estadual da Saúde de São Paulo (1979-1982), no governo de Paulo Maluf, e duas vezes como ministro, na mesma área, nas gestões Fernando Collor (1992, por oito meses) e Fernando Henrique Cardoso (1995-1996, por 22 meses). No governo de FHC, criou a Contribuição Provisória Sobre Movimentação Financeira (CPMF), para ajudar a financiar a saúde brasileira, e deu continuidade ao projeto dos medicamentos genéricos e ao programa de combate à Aids. Foi membro da Academia Nacional de Medicina e autor e co-autor de cerca de 700 trabalhos científicos publicados na literatura nacional e internacional.
Dono de uma coleção particular de quadros, com obras de Di Cavalcanti, Alfredo Volpi e Tarsila do Amaral, presidiu o conselho deliberativo do Museu de Arte de São Paulo (Masp).

Secretário da Saúde lamenta
Por meio de nota, o secretário de Estado de Saúde de São Paulo, David Uip, disse que a "perda do professor e ministro Adib Jatene é motivo de absoluta tristeza" e que "a saúde pública está em luto". O secretário ainda destacou o papel de Jatene "para a consolidação do SUS em São Paulo e no Brasil".
G1

segunda-feira, 10 de novembro de 2014

Alckmin pede ajuda de Dilma para enfrentar seca em SP

O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, pediu nesta segunda-feira ajuda à presidente brasileira, Dilma Rousseff, ajuda para desenvolver um plano de investimentos de R$ 3,5 bilhões para enfrentar a pior crise hídrica do estado.
Alckmin se reuniu nesta segunda-feira com Dilma em Brasília para entregar à presidente um plano que reúne oito obras de infraestrutura que ajudariam a minimizar o problema da falta de água na cidade de São Paulo.
Todos os sistemas de represas que abastecem São Paulo e outras cidades da região metropolitana, como Itu e Campinas, apresentam os níveis mais baixos da história e no caso do maior deles, a Cantareira, o volume morto já começou a ser utilizado.
Dilma e Alckmin estiveram reunidos por cerca de uma hora e, segundo a ministra de Planejamento, Miriam Belchior, que participou do encontro, o governo de São Paulo precisa apresentar "mais detalhes dos projetos para podermos discutir cada um deles".
Depois da reunião, ficou definida a criação de um grupo de trabalho com representantes dos governos federal e estadual para acompanhar as discussões sobre os planos.
Alckmin assinalou que a ajuda do governo federal poderá ser mediante a contribuição direta de recursos ou através do financiamento das obras.
As obras propostas são a interconexão dos reservatórios Atibainha-Jaguari, Jaguari-Atibaí e Rio Grande-Guarapiranga; além da construção de novas represas e a exploração de poços artesanais do Aqüífero Guarani.
Além dos projetos apresentados, a Caixa deve liberar nos próximos dias um crédito de R$ 1,8 bilhão para a construção do sistema São Lourenço, que reforçará o abastecimento das zonas críticas e terá interconexão com os principais reservatórios em 2016 e 2018.

segunda-feira, 27 de outubro de 2014

Aécio agora terá ala paulista do PSDB pela frente

Alckmin já é tratado por seus correligionários e aliados como pré-candidato à Presidência

Publicado em 27/10/2014, às 09h58


 / Foto: NELSON ALMEIDA / AFP

Foto: NELSON ALMEIDA / AFP


A inédita unidade registrada pelos caciques do PSDB na eleição presidencial deste ano, especialmente no 2.º turno, será colocada à prova em maio de 2015, quando o partido elegerá sua nova direção executiva.
É consenso entre os dirigentes da legenda que o senador Aécio Neves, presidente da sigla, sai fortalecido da disputa, mas isso não significa que seja o nome natural para uma nova tentativa de chegar ao Palácio do Planalto em 2018. Reeleito governador de São Paulo no 1.º turno, o governador Geraldo Alckmin já é tratado por seus correligionários e aliados como pré-candidato à Presidência.
Os tucanos paulistas lembram que ele atuou fortemente na campanha de Aécio em São Paulo e teve papel preponderante para que o partido tivesse uma expressiva votação no Estado no 1.º e no 2.º turnos. Mais: os tucanos paulistas ampliaram a bancada de deputados federais, elegeram José Serra senador e registraram o melhor desempenho da sigla no País de todos os tempos.
Embora evitem tratar abertamente desse tema, dirigentes dos diretórios paulista e mineiro do PSDB, os dois mais fortes, reconhecem que a próxima direção nacional da legenda terá de acomodar representantes dos dois grupos, sendo que o "sonho" em comum é uma dobradinha entre Aécio e Alckmin, não necessariamente nessa ordem.
Apesar disso, os "alckmistas" avaliam que Aécio terá de reorganizar seu grupo político em Minas Gerais e recuperar o governo estadual em 2018 em um confronto que se anuncia "dificílimo", nas palavras de um tucano de alta patente, contra o governador eleito Fernando Pimentel, do PT. 
"Pela votação que teve, o Aécio se tornará uma liderança fortíssima, assim como o Geraldo. Serão dois polos fortes do partido", opina o vereador Andrea Matarazzo, ex-coordenador da campanha de Aécio na capital paulista.
'Democracia interna'
Com o fortalecimento de sua bancada no Congresso, especialmente no Senado, os tucanos fora do eixo São Paulo/Minas Gerais também vão reivindicar mais espaço na estrutura partidária e no debate sobre a escolha do próximo candidato à Presidência e do PSDB. 
Desde sua fundação, em 1988, o partido define seus candidatos e estratégias em um grupo pequeno de caciques, sendo a maioria deles paulistas. Não por acaso, esta foi a primeira eleição presidencial com um candidato de fora do Estado.
O tradicional núcleo duro tucano, formado pelo ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, pelos senadores eleitos José Serra e Tasso Jereissati, Aécio e Alckmin, deve ganhar novos nomes. "Espero que de agora em diante o PSDB aprenda a exercer internamente a democracia", diz o senador paranaense reeleito Álvaro Dias. 
Em seu Estado, o partido também conseguiu um ótimo resultado ao reeleger em 1.º turno o governador Beto Richa e reconduzir Dias ao Senado.
Outra mudança que os tucanos esperam que aconteça no partido a partir de 2015 é de discurso. Para não perder o "legado" eleitoral de Aécio Neves e manter-se na linha da frente do antipetismo, o PSDB adotará um tom mais forte no Congresso contra o governo da presidente Dilma Rousseff do que o usado nos últimos quatro anos. 
O protagonismo, porém, não será mais apenas de Aécio. O candidato terá de dividir os holofotes do Senado com José Serra, Aloysio Nunes Ferreira, Álvaro Dias e Tasso Jereissati - todos políticos de perfil combativo.

sexta-feira, 26 de setembro de 2014


Primeira cota da reserva do Cantareira pode acabar em 57 dias, diz Arce

Em São Paulo

  • Davi Ribeiro/Folhapress - 21.set.2014
    Represa de Jaguari-Jacareí, em Joanópolis (SP), que integra o sistema Cantareira, tem nível cada vez mais baixo por causa da estiagem Represa de Jaguari-Jacareí, em Joanópolis (SP), que integra o sistema Cantareira, tem nível cada vez mais baixo por causa da estiagem
O secretário paulista de Saneamento e Recursos Hídricos, Mauro Arce, disse nesta quinta-feira, 25, que a primeira cota do volume morto do Sistema Cantareira deve durar até o dia 21 de novembro, se o índice de chuvas na região dos reservatórios permanecer como está.
O governo Geraldo Alckmin (PSDB) conta com uma segunda cota da reserva profunda das represas para manter o abastecimento na Grande São Paulo até março do ano que vem sem adotar racionamento oficial de água.

Diante da falta de água, você acha que o governo deve implantar racionamento em SP?

Resultado parcial
"Nós agora temos um segundo volume que estamos preparando para usar. Vamos adiar o máximo", disse Arce, sobre os 106 bilhões de litros adicionais da reserva que a Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp) pretende utilizar.
"Se continuar assim, vamos liberar no dia 21 de novembro", completou o secretário, que participou de uma visita ao Parque Várzeas do Tietê, na zona leste de São Paulo, ao lado de Alckmin. O uso do segundo volume morto ainda não foi liberado pelos órgãos reguladores do manancial.
Nesta quinta, o nível do Cantareira chegou a 7,4% da capacidade, o mais baixo da história. Restam hoje nos cinco reservatórios que formam o manancial 72,2 bilhões de litros da primeira cota do volume morto, de 182,5 bilhões, que começou a ser bombeada no dia 31 de maio.
Alckmin tem apostado na próxima temporada de chuvas, que vai de outubro a março, para aliviar a crise de abastecimento e recarregar as represas. Para ele, há chances de não precisar utilizar a segunda cota do volume morto.
"Nós estamos preparados. Mas talvez nem precise da chamada da segunda reserva técnica", disse o tucano, que havia descartado retirar mais água da reserva há três meses.
Ampliar

Falta de chuvas afeta abastecimento de água em São Paulo154 fotos

153 / 154
24.set.2014 - Imagem mostra a represa Jaguari-Jacareí, em Bragança Paulista, no interior de São Paulo. O nível de água armazenada no sistema Cantareira atingiu a menor marca de sua história, com apenas 7,6% da capacidade total. A Sabesp anunciou na segunda-feira (22) que vai passar a usar, assim que for necessário, um segundo volume de água da reserva técnica, também conhecido como volume morto, o que elevaria o nível do sistema em 10,7 pontos percentuais e garantiria o abastecimento até março de 2015 Leia mais Luis Moura/Estadão Conteúdo

Falta de água em São Paulo - 10 vídeos

Notícias relacionadas

sábado, 20 de setembro de 2014

Datafolha: 80% aprovam ciclovias em SP; aumenta popularidade de Haddad

Índice de aprovação do petista subiu de 15%, em julho, para 22%.
Foram consultados 1.121 pessoas acima de 16 anos na terça e quarta-feira.

Do G1 São Paulo
Em São Paulo, ciclovia que interliga a estação Butantã do Metrô com a Cidade Universitária, começou a funcionar  (Foto: Rahel Patrasso/AE)Ciclovia que interliga a estação Butantã do Metrô
com a Cidade Universitária (Foto: Rahel
Patrasso/AE)

A popularidade do prefeito Fernando Haddad (PT) aumentou desde julho, aponta levantamento do Datafolha concluído na quarta-feira (17) e divulgado neste sábado (20) no site do jornal Folha de S.Paulo. O índice de quem considera a gestão do petista à frente do executivo municipal ótima ou boa subiu de 15% em julho para 22% nesta última pesquisa.
Segundo o Datafolha, 80% das pessoas consultadas se disseram favoráveis à implantação das ciclovias na capital, enquanto que 60% defendem o uso da bicicleta como uma alternativa viável de transporte.
Na quinta-feira (18), pesquisa realizada pelo Ibope a pedido da Rede Nossa São Paulo já havia mostrado que aumentou de 86%, em 2013, para 88% em 2014 o percentual de paulistanos a favor da construção e ampliação de ciclovias na cidade. A decisão do prefeito Fernando Haddad de construir 400 km deste tipo de via tem causado polêmica.
Ao todo, já foram entregues 78,3 km de ciclovias. Neste sábado, foi inaugurado um trecho de 1,4km, interligando as avenidas Brigadeiro Faria Lima e Henrique Schaumann pela Rua Artur de Azevedo, em Pinheiros, na Zona Oeste.
O instituto de pesquisa consultou 1.121 pessoas acima de 16 anos na terça (16) e quarta-feiras (17). A margem de erro da pesquisa é de 3 pontos percentuais. O levantamento apontou ainda que caiu o índice de reprovação do prefeito. Os que consideram a gestão de Haddad ruim ou péssima reduziram de 47% na pesquisa anterior para 28%.
Aumentou também a aprovação à criação às faixas exclusivas de ônibus, de 84%, em junho passado, para 91% dos moradores, de acordo com o Datafolha. Ao todo, já são 358 km de faixas para os ônibus desde 2013. Para 71%, o trânsito melhorou com essas medidas. Segundo a pesquisa, 77% dos paulistanos são usuários de ônibus.
Ibope
Na quinta-feira, o prefeito de São Paulo Fernando Haddad (PT) disse ter ficado surpreso com o apoio de 88% da população paulistana em relação à implantação e expansão das ciclovias na cidade. "Para minha surpresa foi muito mais rápido do que eu imaginava. Eu imaginava que o apoio viria em 4, 5, 6 anos. Eu acho que é pelo atraso da agenda em relação a outras cidades do mundo que nós recebemos um apoio mais rápido para as ciclovias", declarou, na ocasião.

De acordo com o prefeito, a administração pública municipal busca um equilíbrio entre os meios de transporte. "Não se trata de ser contra o transporte individual motorizado, se trata de equilíbrio entre o pedestre, o ciclista, o usuário do transporte público, seja ônibus ou trem, e o transporte motorizado individual. Isso que nós estamos tentando para a cidade de São Paulo", disse durante o evento da Rede Nossa São Paulo.
 

tópicos: