terça-feira, 9 de junho de 2015

Onça-parda é achada morta em rodovia de Matão, interior de SP

Estadão Conteúdo

Uma onça-parda adulta foi encontrada morta às margens da rodovia Washington Luís, em Matão, região norte do Estado, na segunda-feira, 8. O felino, com 1,55 m de comprimento, pesando cerca de 70 quilos, foi avistado por um morador próximo do distrito de São Lourenço do Turvo. A onça, também conhecida como suçuarana, apresentava ferimentos causados por atropelamento.A concessionária da rodovia recolheu o animal e o encaminhou ao Hospital Veterinário da Universidade Estadual Paulista (Unesp) de Jaboticabal. Foi o segundo atropelamento desse felino na região em um mês. No dia 10 de maio, uma onça-parda foi encontrada ferida à margem da rodovia Brigadeiro Faria Lima, em Bebedouro. O animal adulto chegou a ser levado para o Hospital Veterinário de São José do Rio Preto, mas precisou ser sacrificado em razão da gravidade das lesões.
De acordo com a Polícia Ambiental de Bebedouro, desde o início do ano quatro onças-pardas foram vítimas de atropelamento na região. No sudoeste do Estado, a Associação Protetora de Animais Silvestres de Assis (Apass) recebeu duas onças feridas. Segundo a entidade, os atropelamentos aumentam nesta época em razão das queimadas - os felinos invadem as rodovias fugindo do fogo. A onça parda se adaptou aos canaviais, o que aumenta o risco, já que em algumas regiões a colheita da cana ainda é feita com uso do fogo.
Anhanguera
Em 2009, uma onça-parda ficou famosa após se recuperar de um grave atropelamento na rodovia Anhanguera, próximo de Jundiaí. Batizada de onça Anhanguera pelos cuidadores, três anos depois ela voltou a ser atropelada na rodovia dos Bandeirantes, na mesma região e, desta vez, não sobreviveu. Ela foi identificada pelo chip que ganhou durante o tratamento.


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segunda-feira, 1 de junho de 2015

Cantareira tem maio mais chuvoso em 10 anos, mas volume cai no mês

Apesar de resultado, chuva no sistema ficou abaixo da média histórica.
Manancial segue operando no volume morto e situação ainda é crítica.

Do G1 São Paulo
Reservatórios junho (Foto: Editoria de Arte/G1)
O Sistema Cantareira, que abastece 5,4 milhões de consumidores na Grande São Paulo, teve o maio mais chuvoso desde 2005, mas fechou o mês perdendo mais água do que recebeu e seu volume caiu. O levantamento foi feito com base nos dados divulgados diariamente pela Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp).

O conjunto de represas recebeu 74,4 milímetros de chuva em maio, melhor resultado desde maio de 2005, ano em que choveram 142 mm no manancial. Apesar de ser a melhor dos últimos 10 anos,  a precipitação deste ano ainda ficou abaixo da média histórica esperada para o mês, de 78,2 milímetros.

Trata-se do segundo mês seguido em que o manancial não alcança a chuva prevista. Isso também aconteceu em abril, quando choveram no reservatório 45,3 mm, metade da média histórica.
Embora próximas da média, as chuvas de maio não foram suficientes para evitar um déficit hídrico. Ou seja, a quantidade de água que entrou no sistema, tanto por chuvas,quanto por afluência de rios, foi menor do que a quantidade consumida.

Os reservatórios estavam com volume de 19,9% no dia 1º de maio e com 19,6% no dia 31, neste domingo. O índice leva em conta o percentual de água sobre o volume útil do manancial, e é o usado pela Sabesp há mais tempo.
Previsão
Se o Sistema Cantareira receber a média de chuva esperada, irá sair do volume morto em janeiro de 2016, voltando à cota zero. A previsão está no relatório de 27 de maio do Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden).

Se as chuvas ficarem 25% abaixo da média, em 1º de dezembro o sistema terá recuperado apenas um terço do 1º volume morto. Se ficarem 25% acima da média histórica, o primeiro volume morto será recuperado no final de novembro.

Caso as chuvas ficarem 50% abaixo da média, previsão mais pessimista, o Cantareira voltaria a usar o 2º volume morto em dezembro. Por fim, se a precipitação superar a média em 50%, análise mais otimista, o sistema recuperaria o volume morto e sairia do negativo em outubro.
Começo de junho
O Sistema Cantareira começou o mês de junho com chuva e elevou seu nível de 19,6% para 19,8% entre o domingo e esta segunda-feira (1º).

O manancial registrou 9,7 milímetros de chuva nas últimas 24 horas e a previsão é que receba 58,5 mm até o final do mês.


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terça-feira, 5 de maio de 2015

Dos sete estados com epidemia de dengue, SP registra a pior situação

Ministério da Saúde aponta aumento da doença em mais de 200%.
Dados são em relação aos quatro primeiros meses do ano passado.

Filippo MancusoSão Paulo
A dengue já é uma epidemia em sete estados brasileiros. Um levantamento do Ministério da Saúde mostra que a doença aumentou mais de 200% em relação aos primeiros quatro meses do ano passado e São Paulo é, disparado, o estado com o maior número de casos.
No Hospital da Criança de Guarulhos, na Grande São Paulo, às 8 horas da noite, como do lado de dentro já está lotado, muitos pacientes aguardam atendimento lá fora.
A maioria tem os sintomas clássicos da dengue e as mães se queixam que o hospital têm poucos pediatras para atender um número muito grande de crianças com suspeita da doença.
Em todo o país, só este ano já foram confirmadas 229 mortes por dengue, 169 em São Paulo, estado com o maior número de casos. De cada 100 mil pessoas, 911 pegaram a doença, segundo a Organização Mundial de Saúde, 1/3 disso já é considerado epidemia.
Para Jean Gorinchteyn, infectologista do hospital Emílio Ribas, a situação é grave. “Eu acho que independente se isso é uma epidemia ou não, o número de casos é extremamente alto e todas as medidas, sejam elas governamentais, federais, estaduais ou municipais, de forma totalmente apartidária, assim como o apoio da população, são de extrema importância”.
Em Campinas, no interior do estado, já são mais de 30 mil casos confirmados de dengue. A identificação dos criadouros do aedes aegypti conta, inclusive, com o apoio da Guarda Municipal. Homens do Exército também ajudam, colocando telas em caixas d'água para evitar a proliferação do mosquito.
Em Santos, no litoral, são 941 casos confirmados e duas pessoas morreram por causa da doença no mês de março.
Depois de São Paulo, os estados com mais casos de dengue são Goiás, Minas Gerais, Paraná e Rio de Janeiro.
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segunda-feira, 27 de abril de 2015

Com total de 222 mil casos, dengue bate recorde no Estado de SP


O número de casos confirmados de dengue no Estado de São Paulo, até o dia 22 de abril, é o maior já registrado na série histórica disponível, iniciada em 1986.
São 222.044 vítimas da doença em 645 cidades, segundo o último boletim do Centro de Vigilância Epidemiológica estadual, órgão que tabula os resultados, divulgado no final de semana.
O recorde de contaminados pela doença era de 2013, quando 209.052 pessoas se infectaram durante o ano em todo o Estado. Em 2014, foram 204.236 confirmações.
Outro resultado negativo próximo de ter o recorde batido na epidemia deste ano em São Paulo –são mais de 300 casos por 100 mil habitantes, o que configura situação epidêmica– é o número de mortes confirmadas.

Editoria de Arte/Folhapress
Já são ao menos 125 óbitos contra 141 de 2010, ano com mortes por causa da doença no Estado, segundo dado do Ministério da Saúde.
O agravante é que outras cerca de 90 mortes ainda estão tendo a causa de dengue checada em laboratório.
Municípios do noroeste do Estado que tiveram surtos fortes da doença, como Bauru, Marília, Botucatu, Araçatuba e Bebedouro, que enfrentam a dengue desde janeiro, começam a ter uma desaceleração das confirmações.
Por outro lado, a doença ainda segue em ritmo forte de contaminação em cidades da Baixada Santista, da Grande São Paulo e da região de Campinas, por exemplo.
Editoria de Arte/Folhapress
CONCENTRAÇÃO
Trinta cidades paulistas, todas com mais de 1.200 confirmações de dengue, detêm 62% dos casos do Estado. Até meados de março, essa concentração era maior, 66%.
Em números absolutos, Campinas, Sorocaba, São Paulo, Sumaré e Catanduva, todos com mais de 6.400 registros de infectados, são os municípios que somam mais doentes por dengue.
Até o dia 20 de março, 169 cidades estavam imunes à dengue. O número desabou para 31 no último balanço.
Pesquisadores e autoridades de saúde ainda não conhecem as razões para uma ação de ação do mosquito Aedes aegypti, mas a forte presença do vírus tipo 1 da dengue (um dos quatro existentes) neste ano, aliada à baixa imunidade de parte da população a esse sorotipo, é um dos fatores em análise.
Diversas prefeituras do Estado, como a da capital, onde já há epidemia em 13 distritos, pediram auxílio de homens do Exército para ajudar na contenção dos focos da dengue. Cerca de 80% deles ficam dentro das casas.
A Secretaria de Estado da Saúde montou uma operação de auxílio aos municípios para tentar controlar as contaminações. A pasta investiu R$ 6 milhões na contratação de novos agentes e na compra de equipamentos.
O pico de infestação da dengue deve se dar agora, entre a última semana de abril e o começo de maio.
Com menos chuvas e temperaturas mais baixas, as condições de proliferação do mosquito devem minguar.
Em fase final de testes, a perspectiva é que, até o ano que vem, o país passe a contar com uma vacina eficaz contra os quatro sorotipos do vírus da dengue.

sábado, 18 de abril de 2015

Nascimento de filhote de ararinha-azul é esperança para espécie



DPA/Patrick Pleul
Marcus nasceu em 21 de março
Marcus nasceu em 21 de março e é a quarta ave gerada na ONG ACPT, em projeto de parceria com o Ministério do Meio Ambiente (MMA)

Por: Luciene de Assis - Editor: Sérgio Maggio
A ONG alemã Associação para a Conservação dos Papagaios Ameaçados (Association for the Conservation of Threatened Parrots – ACTP), com sede em Berlim, registrou o nascimento de mais um filhote de ararinha-azul (Cyanopsitta spixii). A ave é a quarta dessa espécie a nascer na instituição, fato ocorrido em 21 de março, O filhote recebeu o nome de Marcus em homenagem ao veterinário brasileiro, Marcus Marques, que ajudou no momento da eclosão do ovo. Dia 3 de março passado, em comemoração ao Dia Mundial da Vida Selvagem, o Ministério do Meio Ambiente (MMA) recebeu da entidade alemã um casal de ararinhas-azuis nascidas no criadouro de Berlim. Os irmãos Carla e Tiago, filhos da fêmea de propriedade do governo brasileiro, Bonita, e do macho alemão Ferdinando, deixaram o quarentenário oficial do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), em Cananeia (São Paulo), e agora estão no Nest (sigla para New Ecological Scientific Treatment), um criadouro científico da fauna silvestre para fins de conservação, localizado no interior de São Paulo. RECUPERAÇÃO O MMA, por meio do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), e a Agência Federal Alemã de Conservação da Natureza (Bundesamtfür Naturschutz, BfN) trabalham em parceria há mais de dez anos no Programa de Cativeiro da ararinha-azul. A iniciativa se insere no âmbito do Projeto Ararinha na Natureza e motivou a criação de uma Unidade de Conservação na região de Curaçá, Bahia, área de onde essas aves se originam. A espécie pode viver de 30 a 40 anos e é considerada extinta na natureza desde o ano 2000. Atualmente, existem apenas 90 animais em criadouros do Brasil, Alemanha e Catar, sendo 11 deles no Nest, mantenedor do interior paulista. Esse esforço conjunto, empreendido pelos governos brasileiro e alemão, visa concretizar o retorno dos animais ao Brasil e formar um plantel mínimo de 150 indivíduos para reintroduzi-los na natureza dentro de sete anos. A espécie Cyanopsitta spixii pertence à família dos psitacídeos, que tem patas com dois dedos virados para frente e dois para trás. Alimenta-se de sementes e frutas. Usa o bico para escalar e subir em galhos. A caça ilegal e a derrubada de vegetação importante para a espécie ajudaram a aumentar a pressão de traficantes de animais sobre a ave, que foi capturada sistematicamente até sumir da natureza. Assessoria de Comunicação (Ascom/MMA) - (61) 2028-1165

Links:
Saiba mais sobre o convênio do MMA com a ONG alemã
Veja fotos das ararinhas-azuis que chegaram ao Brasil

sábado, 4 de abril de 2015

Santos pede ajuda federal

contra incêndio e faz plano

para desocupar casas

 

Prefeito acionou Exército, Marinha e Aeronáu-

tica e solicitou  reforço da Petrobras no envio

de equipamentos contra fogo que atinge

tanques de combustível desde quinta


 - Atualizado em 



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http://veja.abril.com.br/noticia/brasil/santos-pede-ajuda-federal-contra-incendio-e-faz-plano-para-desocupar-casas