sábado, 29 de outubro de 2011

Mulher que levou 7 tiros diz à polícia que ex não aceitava fim de namoro (Postado por Lucas Pinheiro)

A mulher, de 32 anos, que levou sete tiros de um ex-policial civil na manhã deste sábado (29), em Osasco, na Grande São Paulo, disse à polícia que o atirador não aceitava o fim do namoro, segundo informações da Secretaria da Segurança Pública. Após ser alvejada em um salão de beleza, na Vila dos Remédios, ela foi encaminhada pelos próprios policiais militares que atenderam a ocorrência ao Hospital Regional de Osasco, onde permanece internada.

Mesmo depois de levar os sete tiros, ela deu seu depoimento aos investigadores do 10º DP de Osasco que foram até o hospital para completar o boletim de ocorrência neste sábado. Testemunhas disseram à polícia que o atirador costumava frequentar o estabelecimento, justamente devido ao relacionamento que mantinha há dois anos com a funcionária do salão.

Ao chegar, na manhã deste sábado, por volta das 9h30, ele cumprimentou a proprietária do salão e perguntou pela namorada. Em seguida, dirigiu-se até a cozinha, onde a vítima se encontrava, e efetuou os disparos. Ele fugiu em um Celta branco. Momentos antes de chegar ao salão, o atirador fez ligações para o celular da vítima, segundo a polícia.

À polícia, o médico responsável pelo atendimento à mulher disse que ela apresentava sete orifícios causados por disparo de arma de fogo. Os projéteis, depois de retirados do corpo da vítima, foram entregues à polícia para serem periciados. O ex-policial está foragido. O caso foi registrado como tentativa de homicídio qualificado. O filho dela informou à produção do SPTV que ela não corre risco de morrer.

Cadela evita roubo e é baleada em Araçatuba, SP (Postado por Lucas Pinheiro)

A cadela 'Maggie', da raça sharpei, que enfrentou dois bandidos durante um assalto virou heroína em Araçatuba, a 527 km de São Paulo. Maggie tem 3 anos e uma coragem que impressiona. O bandido armado já tinha rendido a família quando ela atacou. Foram momentos de muito medo. A cadela acabou baleada.

As marcas de sangue ainda estão no chão da casa. O assaltante fugiu sem levar nada. E, antes mesmo de chamar a polícia, a família socorreu a cadela. O veterinário que estava de plantão percebeu que a situação era grave.

Ela está debilitada. Por isso, deve ficar em observação por pelo menos uma semana. Mas os veterinários acreditam que a recuperação dela será bem rápida. Quando voltar para casa, Maggie receberá muito carinho, promete a família.

sexta-feira, 28 de outubro de 2011

Professora desmaia ao ser agredida com bola de basquete por aluno (Postado por Lucas Pinheiro)

Uma professora desmaiou depois de ser agredida por um aluno de 15 anos com uma bola de basquete em uma escola municipal de Campinas, no interior de São Paulo, nesta quinta-feira (27).
A agressão ocorreu na quadra de esportes da Escola Municipal Padre Francisco Silva. O estudante da oitava série do ensino fundamental teria arremessado a bola na professora depois de ela ter chamado a atenção dele na aula de educação física. A bola atingiu o pescoço da professora.
A professora foi levada ao hospital e recebeu alta nesta quinta. As aulas foram suspensas em cinco das seis turmas do período da tarde porque os outros funcionários se recusaram a continuar na instituição.
A direção da escola informou que tomará as medidas cabíveis e convocará os pais e o aluno agressor para prestar esclarecimentos e fazer orientações. A Secretaria de Educação de Campinas vai pedir que as rondas policiais na entrada e na saída dos alunos sejam intensificadas. Pais e professores fizeram um abaixo-assinado para cobrar mais segurança das autoridades.

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

Justiça condena envolvidos em caso de fórum de SP a devolver dinheiro (Postado por Lucas Pinheiro)

A Justiça Federal condenou os envolvidos no superfaturamento na construção do Fórum Trabalhista da Barra Funda, na Zona Oeste de São Paulo, a restituir os prejuízos causados aos cofres públicos. A decisão, divulgada nesta quarta-feira (26), é resultado de duas ações civis públicas movidas pelo Ministério Público Federal (MPF), que calcula o montante desviado em cerca de R$ 203 milhões. Ainda cabe recurso e a divisão do valor a ser pago só deve acontecer na execução da sentença.

Entre os condenados estão o ex-juiz Nicolau dos Santos Neto e o ex-senador Luiz Estevão de Oliveira Neto. A juíza federal Elizabeth Leão, titular da 12ª Vara Federal Cível em São Paulo, diz em sua sentença que, sobre o ex-juiz, são inequívocas as provas de seu enriquecimento ilícito, pois “não decorreu dos rendimentos de sua atividade de magistrado, sendo inexplicável a relação renda versus patrimônio”. O G1 não conseguiu localizar os advogados dos dois.

Em uma das ações foram condenados o ex-juiz, a construtora e a incorporadora responsáveis pela obra, entre outros. Todos irão arcar com os prejuízos “causados ao patrimônio público por danos materiais e morais, multa civil e perda dos bens e valores acrescidos ilicitamente ao patrimônio dos réus, além da suspensão dos diretos políticos por dez anos e a proibição de contratar com o Poder Público ou receber benefícios ou incentivos fiscais”, segundo a sentença.

Além disso, foi determinada a consolidação da perda de função pública de Nicolau dos Santos Neto e a manutenção da indisponibilidade dos bens dos réus. A juíza determinou, em resposta a outra ação, que tem entre os réus o ex-senador Luiz Estevão de Oliveira Neto, que bens como veículos terrestres, aquáticos ou aéreos sejam entregues a um leiloeiro público, permanecendo os valores em depósito judicial até o trânsito em julgado da decisão.

A juíza também considerou a acusação contra Délvio Buffulin, presidente do TRT da 2ª Região entre 1996 e 1998, improcedente. "Constato na conduta do co-réu Délvio Buffulin a inexistência de qualquer indício de que tenha agido com culpa, muito menos com dolo", diz a sentença.

Caso
O caso veio à tona em 1998, quando uma auditoria do Ministério Público apontou que apenas 64% da obra da nova sede do TRT-SP estava concluída depois de seis anos da licitação. Nessa época, quase todo o recurso previsto para a construção já havia sido liberado.

A licitação foi vencida em 1992. A obra foi abandonada em 1998, após o juiz Nicolau deixar a comissão responsável pelo empreendimento.

Em 1999, foi criada uma Comissão Parlamentar de Inquérito na Câmara dos Deputados para investigar o caso. A apuração revelou um contrato em que 90% da empresa era transferida ao grupo do então senador Luiz Estevão. A partir de quebras de sigilos, foram detectadas transferências de altos valores em dinheiro da empresa para o grupo de Estevão.

Em janeiro de 2007, Nicolau foi condenado pelo Tribunal Regional Federal de São Paulo a 26 anos, seis meses e 20 dias de prisão, em regime fechado, pelos crimes crimes de peculato, estelionato e corrupção passiva. Ele recorreu ao Superior Tribunal de Justiça (STJ), que manteve a condenação. Desde fevereiro de 2007, ele cumpre prisão domiciliar.

Ônibus escolar é atingido durante tiroteio em Andradina, SP (Postado por Lucas Pinheiro)

Um ônibus escolar que transportava 25 crianças foi atingido por um tiro na tarde desta quarta-feira (26) em Andradina, no interior de São Paulo. Segundo a polícia, o veículo passava por uma rua no momento em que houve uma troca de tiros entre dois grupos rivais de bairros da cidade.
O vidro da frente do ônibus foi atingido. Assustadas, as crianças correram para o fundo do ônibus. Nenhuma delas ficou ferida. Dois homens foram presos. De acordo com os policiais, as armas utilizadas no tiroteio não foram encontradas.

terça-feira, 25 de outubro de 2011

Camelôs do Brás pedem à Prefeitura para ficar nas ruas até dezembro (Postado por Lucas Pinheiro)

Depois de horas de protesto, uma comissão de camelôs que trabalham no Brás, região central de São Paulo, se reuniu no fim da manhã desta terça-feira (25) com integrantes da Polícia Militar e da Subprefeitura da Mooca, responsável pela área, para tentar fechar um acordo. A categoria quer trabalhar nas ruas do bairro até dezembro, período em que alegam ser o melhor do ano para as vendas. Para a PM, os ambulantes não são cadastrados e não têm, portanto, autorização para montar suas barracas naquela área.

Os camelôs decidiram no início da tarde encerrar as manifestações. Eles disseram que, à meia-noite, podem voltar às ruas e iniciar novos protestos se não tiverem o pedido atendido. Eles protestam desde a noite de segunda-feira (24) contra a ação da Polícia Militar na região da Feira da Madrugada com a chamada Operação Delegada – que combate os ambulantes irregulares e a venda de produtos falsificados.

Comerciantes que têm lojas na Rua Oriente, uma das principais da região, começaram a abrir parcialmente seus comércios no fim da manhã desta terça – as lojas tinham ficado fechadas devido ao protesto dos ambulantes.

Entre os cinco integrantes da comissão de camelôs que foi até a sede da Prefeitura, no Centro, para a reunião está o presidente do Sindicato dos Camelôs Independentes de São Paulo, Leandro Dantas.

Pela manhã, o prefeito da cidade, Gilberto Kassab, agradeceu à Polícia Militar pela ação na região. "Eu posso afirmar que aqueles que trabalham com produto roubado e produtos frutos de contrabando serão, até o final do processo, enfrentados pela Prefeitura e pelo poder público e sou muito grato ao apoio da Polícia Militar. Porém, todos aqueles que trabalham legalmente terão o nosso apoio", afirmou.

Durante toda a manhã, comerciantes que tentaram abrir suas portas foram forçados pelos manifestantes a ficar com as lojas fechadas. O grupo percorreu ruas do bairro e chegou a interditar por cerca de 30 minutos o cruzamento da Avenida do Estado com a Rua São Caetano. Os poucos comerciantes que abriram suas portas ouviram gritos de "fecha" durante a passagem da manifestação dos vendedores ambulantes. Eles chegaram a avançar em um homem que resistiu em fechar seu estabelecimento. Uma pessoa foi detida e levada para o 12º DP, no Pari.

Protesto
A manifestação começou na noite de segunda quando a PM iniciou a Operação Delegada nas ruas do bairro. Manifestantes incendiaram dois carros, e uma banca de jornal e uma loja foram depredadas.

"São dez ruas da região com trabalhadores, são 7 mil barracas só do lado de fora. Eles não nos dão alternativa de trabalho. Lá dentro [no galpão da Feira da Madrugada] eles estão sofrendo também. Seria uma alternativa de trabalho para a gente, mas também estão fechando”, diz Leandro Dantas, do sindicato da categoria.

sábado, 22 de outubro de 2011

Motorista que atropelou 3 e matou 2 em SP é preso por homicídio doloso (Postado por Erick Oliveira)

O bancário Fernando Mirabelli, de 32 anos, motorista do Hilux que atropelou três garis e matou dois deles na manhã deste sábado (22) na Marginal Pinheiros, no trecho que dá acesso à Ponte Engenheiro Ary Torres, na região do Morumbi, Zona Sul de São Paulo, foi preso em flagrante pela Polícia Civil por suspeita de embriaguez ao volante, homicídio doloso e tentativa de homicídio.
Este foi o primeiro fim de semana de intensificação de blitzes da lei seca em São Paulo. Agora, elas vão até as 6h. O acidente ocorreu às 7h30.
A polícia não arbitrou fiança para que o condutor responda aos crimes em liberdade. Segundo a delegada Luciana Zanella, do 89º Distrito Policial, no Portal do Morumbi, o homicídio doloso é inafiançável e ele irá responder preso pela acusação de assassinato. "Exame clínico do IML [Instituto Médico-Legal] mostra que ele estava bêbado. O próprio condutor confirmou ter bebido por volta das 21h. Testemunhas também afirmaram que ele estava embriagado. Minha convicção diante disso tudo é que ele assumiu o risco de matar ao dirigir em alta velocidade e alcoolizado”, disse a delegada.
Mirabelli não quis falar com a imprensa. Em sua defesa, ele alegou que um caminhão fechou seu carro, ele perdeu o controle do veículo e atropelou os trabalhadores que faziam manutenção do canteiro central da via. Uma das vítimas seguia internada, por volta das 14h, no Hospital Santa Marcelina, onde passava por cirurgia. Até 13h30 nenhum advogado havia sido constituído pelo motorista ou chegado à delegacia. De acordo com a delegada, o bancário será transferido ainda neste sábado para a carceragem do 91 DP, Ceasa.
ArrependimentoEm seu depoimento, o motorista demonstrou arrependimento, segundo informou Luciana. “Ele estava a cerca de 120 km/h numa via onde a velocidade máxima permitida é de 60 km/h”, afirmou a delegada.
De acordo com o tenente Luís Gomes, comandante da 1ª Companhia do 1º Batalhão de Trânsito da PM, o rapaz, que mora no ABC, afirmou que bebeu em uma casa de música country em Guarulhos, na Grande São Paulo, e que seguia para a casa da mãe, no Campo Belo, Zona Sul da capital, quando perdeu o controle da Hilux e invadiu o canteiro. A PM encontrou garrafas de bebidas alcoólicas no veículo.
Após o acidente, ele chegou a ser agredido por pessoas que passavam pelo local e precisou ser levado para o Hospital Universitário. Detido, ele foi levado para o 89º Distrito Policial. Como se recusou a passar pelo teste do bafômetro, o bancário foi levado para o Instituto Médico-Legal (IML), onde também não aceitou passar por exame de dosagem alcoólica. Um exame clínico - quando o médico avalia se a pessoa está ou não alcoolizada - foi feito.
Um gari que presenciou o acidente, e pediu para não ser identificado, afirmou ao G1 que a Hilux estava a cerca de 150 km/h. “Ele bateu na mureta e veio raspando por cerca de 70 metros. A gente é trabalhador e não sabe mais se volta para casa por causa desses imprudentes.” O tenente Luís Gomes disse que o impacto da batida foi tão grande que chegou a danificar um poste. A velocidade da Hilux será investigada pela perícia.
Segundo a Secretaria de Coordenação das Subprefeituras, os funcionários trabalhavam na conservação de áreas ajardinadas quando foram atingidos. De acordo com a assessoria de imprensa do Hospital Santa Marcelina, o gari foi identificado como Ademir Arantes Dantas.

O prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab, disse estar inconformado com o acidente. A Prefeitura afirmou que dará apoio aos familiares das vítimas. "Eu quero aqui manifestar este inconformismo e me associar a todas as campanhas públicas e da sociedade que existem para que haja cada vez mais campanhas educativas, aplicação de penalidades rigorosas para aqueles que cometem este crime e dizer que a Prefeitura de São Paulo dará todo o apoio aos familiares destas três vítimas e decretará um voto de pesar no Diário Oficial na próxima edição. Estamos cada vez mais conscientes de como é importante criarmos mecanismos, em especial de legislação, que impeçam estas barbaridades", dizia a nota.